quarta-feira, 16 de junho de 2010

Arte ambiental - LAND ART

Nesta próxima proposta faremos trabalhos com materiais orgânicos, em escala de jardins , ruas e /ou paisagens, e para tal teremos alguns artistas e suas proposições como referência.

Robert Smithson – a utilização de áreas degradadas. Proposições em termos de projetos ou realizadas in locu. Utilizar os conceitos de Site – Non-site criados por ele.


Walter de Maria – utilização de elementos da natureza imprevisíveis como elemento conformador da obra. Temporalidade. A natureza é o elemento de participação, que completa a obra.

Agnes Denes – plantações conformando campos. Procedimentos de colheita e distribuição da obra.

Michael Heizer – erosões, escavações, deslocamentos. Procedimentos de deslocamento de terra, retirando, ajuntando, relocando.

Dennis Oppenheim – earth art – procedimentos de mapeamento. Trabalho in situ e mapas.

Richard Long – o caminhar e o deslocamento de matérias como procedimento artístico.

Escultura Expandida: Ambiente, Instalação, Site Specific


O artista que Alexandra e eu escolhemos foi NilsUdo, Um escultor alemão, que tem vindo a criar escultura site específico na natureza desde 1972 .


Nosso trabalho

O lugar escolhido foi novamente uma propriedade particular, o sítio da tia Rita que esta situado no município de Igarapé- MG.
O terreno é bem grande e irregular de mata nativa e fechada. Em nossas conversas já tinhamos decidido por um trabalho a ser realidado na água.
No dia em que fomos ao terreno a fim de realizar o trabalho, não estava bem do jeito que conheciamos: a barragem se rompeu alterando o nível da água, estavamos no outono o que nos limitou bastante no usos das cores.
Decidimos então por realizar pequenas experimentações com o pouco de flores que encontrassemos, castanhas e folhas que nos atraísse mais e que demonstrasse maior possibilidade em cores.
Realizamos assim vários pequenos trabalhos em diferentes linhas, pensando sempre em uma organização, mudando coisas de lugar, nos utilizando somente dos recursos e materias que encontrassemos no cenário escolhido.













 









 


 













Habitação do ÓCIO - trabalho tridimensional

Depois que tivemos nossa experiência bidimensional, partimos para uma construção tridimensional, que deverial ser penetrável, habitável e que explorasse diversos materiais.
Alexandra e eu optamos por construir um cubo numa escala de 2 metros quadrados. A princípio pensamos em executá-lo utilizando uma estrutura de madeira como chassi de tela, no entanto se tornou um pouco inviável  por ser mais caro e até mesmo pesado, já as paredes do cubo pensamos em uma espécie de trama em jormal como uma cestarial com orifícios para a entrada da luz e do ar.
Depois de pesquisarmos vários tipos de materiais decidimos por uma estrutura com canos de PVC, por ser um material mais leve e por nos permitir montar e desmontar com facilidade, a cor branca dos canos nos agrada bastante. As paredes do cubo não serão mais com a trama de jornal e sim de TNT (tecido não tecido), por também ser mais leve e dialogar com o cano de PVC.
O local que escolhemos para a execução do trabalho foi a casa da tia Rita que tem uma quintal encantadoramente enorme e  absolutamente repleto de verde.
O trabalho então foi executado com sucesso e com resultados bem satisfatório.

Execução:


















 Nosso cantinho do ÓCIO.






















quinta-feira, 15 de abril de 2010

Arquitetura - Lugar para morar ou trabalhar


Construimos com linhas e fita crepe desenhos de plantas de uma casa, em escala 1:1, em terreno diversos, a fim de experimentar as dimensões do habitar, os modos de morar, as circulações, os espaços de permanência, os sentidos dessa organização espacial.

Estudo e fotos da execução do trabalho.






  


quinta-feira, 11 de março de 2010

Objetos e Paisagens do cotidiano

Primeiro Trabalho - Construir pequenas e extensas paisagens, com objetos utilizandos em nosso cotidiano, como embalagens, comida, plásticos, e objetos de cozinha, etc.

Para o meu trabalho utilizei algumas contas de formatos diferentes, missangas, pulseiras e uma flor de crochê.
Meu maior desafio foi resignificar os objetos, mudando o sentido e a função dos materias criando uma pequena paisagem. Agrupei as missangas me orientando por cores criando formas semelhantes a um "mundo de lagos".





Experimentação em grupo

Hoje Trabalhamos em grupo, tendo em mente um Glossário Propositivo que nos foi proposto pela professora Louíse Ganz.

Lugares e suas coisas
A casa - escala dos objetos e espaços - armários, gavetas, portas, xícaras, pratos, panelas, paredes,pisos, tetos, lustres, mesas, coisas guardadas, comidas, biscoitos, talheres, forminhas, tabuleiros, massas, farinhas, pães, raoupas, panos, colchões, toalhas, lençois, quartos, salas, muros, banheiros, almofadas, travesseiros, etc.

O jardim - quintal, canteiro, tijolos, areia, plantas, terra, pedras, cimentos, vasos, latas, linhas, folhas secas, bancos, piscina, piscinas abandonadas, azulejos, redes, etc.

A rua - calçadas, fachadas, muros, árvores públicas, canteiros, cercas, postes, pontes, buracos, pisos quebrados, asfaltos, sinalizações de asfalto, placas, etc.

As paisagens - estacionamentos, terrenos baldios, praças abandonadas, áreas vagas, erosões, mineradoras, embarixo, de viadutos, morros, aglomerados, matas, capim, lago, mar, florestas, etc.

Procedimentos: deslocar matéria, relocar, transformar, queimar, destruir, refazer...